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Luiz Valério P.Trindade
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Já foi dito que a vida é composta de momentos e que em vivendo-se cada um deles com a maior intensidade possível, ter-se-á vivido intensamente.

Pois bem, existem momentos em que se experimenta um estado que eu chamaria de pureza.

E eu explico por que.

Nesses momentos de pureza você se despe completamente de todo e qualquer valor material que regula sua vida.

Não importa que roupa você esteja usando, qual a sua condição social, qual o seu nível de formação acadêmica, enfim, você é você, realmente.

E o que você experimenta é um estado de: ser.

E tudo o que você pretende é apresentar “isso” para outra pessoa, ou seja, tudo o que você tem a oferecer para a outra pessoa é você como você é.

E tudo o que você espera em troca é que ela enxergue que o “produto” que ela tem “à disposição” é a sua pessoa, compreende? Porque igualmente, tudo o que você deseja dela é a pessoa dela, nada mais.

E como se isso fosse pouco, não é mesmo?

Sabe, eu acho que nisso se resume o amor: o interesse mútuo de uma pessoa pela outra. Um momento o qual você enxerga à sua frente não é uma espécie do sexo masculino ou feminino com essas ou aquelas qualidades, mas sim um ser humano com o qual você sente que entrou em uma espécie de sintonia, que o mesmo te completa e que você, igualmente, também tem algo a oferecer para completá-lo e assim formar uma unidade.

Bonito, você não acha?

Mas, agora te pergunto. Por que a gente, às vezes, chega tão próximo de concretizar isso e, de repente, tudo se desfaz e se transforma em um grande engano ou um “obrigado pela preferência, volte sempre”.

Por que chegar tão perto daquilo que você esperava encontrar em outra pessoa, mas de repente, sinto muito, mas não dá?

Por que?

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