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Luiz Valério P.Trindade
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Considero que no relacionamento humano, um dos aspectos mais interessantes, intrigantes e rico constitui-se na confiança mútua.

 

Primeiramente, porque ela é resultado direto do tempo, de tal forma que, a tendência é que quanto mais tempo se passa, mais ela tende a se fortalecer e se constituindo num dos principais pilares de sustentação de qualquer relacionamento.

 

Naturalmente, que você, provavelmente, irá se recordar de uma pessoa ou outra que lhe “inspirou” confiança logo nos primeiros contatos. É verdade. Isso de fato acontece vez ou outra. No entanto, creio não ser a regra e sim a exceção.

 

Sendo assim, se a confiança se constrói com o tempo, significa que ela requer aproximação, contato e troca, pois ela seguramente trafega em via de mão dupla. Ou seja, eu confio em determinada pessoa e, em retribuição, lhe ofereço minha confiança na mesma medida.

 

Além disso, ela não se conquista com belos discursos, mas é sim derivada de seu comportamento, postura e da forma como trata as pessoas. Desta forma, como o princípio físico da lei de ação e reação, a contrapartida destes três pilares fundamentais tende a ser a confiança dos outros também.

 

Veja só quão interessante a confiança pode ser. Podemos amar uma pessoa, porém, se em algum momento, a confiança sofrer um abalo, o amor já não será mais o mesmo (isso se ele perdurar).

 

Podemos nutrir uma amizade e carinho enormes por determinada pessoa, mas se a confiança for afetada por qualquer motivo, a amizade pode se esvair como fumaça.

 

Podemos ter um cargo muito bem remunerado, de grande responsabilidade e visibilidade, mas se a alta direção perder a confiança no profissional, sua carreira naquela organização estará com os dias contados.

 

Imagine também em uma rodada de negociações diplomáticas para tratar, por exemplo, de um conflito territorial entre duas nações. Se não houver um nível mínimo de confiança entre os negociadores, será que eles conseguirão convergir para um consenso? Possivelmente não.

 

Bom, e nesta mesma linha de raciocínio, é possível estabelecer diversas outras relações. No entanto, avalio que fica muito claro que em qualquer uma delas, o ponto nevrálgico constitui-se justamente na confiança.

 

Não é incrível quão central ela se torna em nossas vidas e no relacionamento humano?

 

Conforme anteriormente mencionado, a confiança se desenvolve com o tempo e não é fruto de discursos, mas sim de ações. Sendo assim, ela não pode ser obtida à força (isso gera apenas medo) ou outro meio que não seja a conquista. E acredito que todos somos sabedores da satisfação e prazer oriundos das conquistas, não é mesmo?

 

Todas as conquistas são regozijantes porque elas encerram esforço, dedicação, paciência, persistência, esperança, perseverança, resiliência, etc. Consequentemente, o resultado coroa tudo isso.

 

Consequentemente, neste contexto, a confiança só poderia provocar sentimentos e sensações boas, pois ela atua como o elemento de liga que fortalece a relação entre as pessoas. Por seu intermédio, as relações adquirem longevidade, nutrem boas recordações, conforta e apoia nos momentos de turbulência, servem de referência quando necessário e, indiretamente, edificam o ser humano e a sociedade.

 

Portanto, procure preservar a confiança que as pessoas depositam em você, nutri-la diariamente para que renda cada vez mais frutos e cuidar dela como realmente merece ser tratada: como um tesouro precioso.

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